Essa é uma das causas da desunião das policias e do conformismo de outros. POLICIA com DOIS ou TRÊS SALARIOS DEFERENTES. POLICIA MILITAR TEM UM, POLICIA CIVIL TEM OUTRO E AGORA TEM O RONDA DENTRO DA POLICIA QUE SR. ARIALDO DIZ QUE NÃO É POLICIA, COM OUTRO ORDENADO. Os OFICIAS que mesmo passando dificuldades, não querem ou queriam demonstrar, já estão se queixando e na frente dos subordinados. Assistir a pouco uma estrevista do secretario, numa emissora de TV. Falando em tudo ou quase tudo, pois comentou sobre as viaturas novas equipamentos e de POLICIAMENTO. Se posso chamar de policiamento DOIS HOMENS DENTRO DE UMA VTR. Claro desculpe-me para passear até um basta, fazer policiamento são as VTRs COMUM. Enquanto OS HOMENS DO RONDA TEM um gratificação por hora de passeio, os POLICIAIS que atendem as ocorências de grande porte, ganha menos. É um disparate. Mas como gratificação não é ordenado, talvez seja a esplicação. O regulamento é uma coisa que fuciona que é uma beleza, para os oficiais até pouco tempo. O OFICIAL quando sai da academia ele é promovido a tenente e tem asegurada 05 PROMOSÕES, (Tenente,Capitão,Major,Ten Coronel e Coronel ) isso niguel tira deles aseguradas pelo estatuto. Estatuto este que não fuciona para os praças, pois a mesma lei de promoções fala que o praça tem que ir para reforma ou reserva como no minimo, um SUB OFICIAL. Que li dá direito a ir até CAPITÃO. SIMPLISMENTE ISSO NÃO É FEITO. Ai fica aquele jogo de empura empura, que a culpa não é do COMANDANTE ATUAL E SIM dos passados e não se resolve nada e fica esta classe a ver navios, ESPERANDO UMA AUTORIDADE OU UMA GESTÃO QUE PONHA O CARRO NOS TRILHOS. Esta faltando atitude, competencia e foça de vontade para que essa classe saia dessa malga. E nesse limite passa a ver so o tempo passar . UNIÃO é a solução ! TEMOS VOTO PARA ELEGER UM REPRESENTANTE COMO DEPUTADO FEDERAL E UM ESTADUAL, PORQUE NÃO TEMOS, SOMOS DESUNIDOS. Quem nos representa na Assebleia? ninguen!. Temos que ter, somos filhos sem PAI E FILHO SEM pai TODO MUNDO que BATER OU MANDAR. ASSIM É A POLICIA, TODO MUNDO MANDA E USA, SE ELA ACERTA O CREDITO É DO Dr. FULANO, MAS SE A COISA DER ERADO O PM SE FERRA . SENHORES ACORDEM,SEGURANÇA ELEGE ATÉ GOVERNADOR. VOCES SÃO MUITOS, IMPORTANTES E SEMPRE VÃO SER, MAS NÃO ESQUEÇAM, TRATE BEM E CHAME PARA O SEU LADO QUEM SEMPRE PRECISA DE VOCES E QUE TEM QUE SER BEM TRATADO SEMPRE O POVO.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
CONCEITO DE EMPRESA PRIVADA E EMPRESA PÚBLICA
Depois de 2 anos de Ronda cheguei a seguinte conclusão:
Empresa Privada: Existe para satisfazer os interesses públicos.
Empresa Pública; Existe para satisfazer os interesses privados.
Empresa Privada: Existe para satisfazer os interesses públicos.
Empresa Pública; Existe para satisfazer os interesses privados.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
RECORDANDO!!
VAMOS TODOS RECLAMAR!!!
Amigos Policiais, há tempos venho reclamando em relação à televisão. Meu discurso não é piegas nem tem vestígio de ódio ou ataques genéricos a outras mídias. Mas, é impossível construirmos as estradas do bem, com a televisão destruindo as marcas de nossos passos, o nosso esforço concentrado, quando pregamos o amor, a dignidade e honestidade.
A cultura do ódio veiculado em novelas é fato verdadeiro, alguém pode negar?
As novelas têm larga penetração nas camadas sociais deste país. Quando o tema é construtivo, vale a pena assistir. Mas, há algumas que destilam ódio nas telinhas de TV, uma sensação de mal-estar às pessoas.
Evidentemente, as pessoas sensatas poderão assisti-las e não deixar-se influenciar. Mas, e as camadas mais pobres, sem boa estrutura familiar, não poderão ser vítimas contumazes destes maus-exemplos?
Veja o que fez o “programa” do Ênio Carlos com uma Instituição Militar Milenar, quando difamou e semeou o deboche mascarado de “humor” contra os policiais da Ronda do Quarteirão?
Ao mostrar sistematicamente um tipo de cultura, ela passa a ser absorvida como verdade aceitável de uma sociedade.
Por que tanto ódio?
Por que, nós que acreditamos no bem, aceitando os fundamentos espíritas, espiritualistas e, acima de tudo, cristãos, ficamos calados, passivos, sem reclamar junto aos meios legais em relação a estes desastres midiáticos que mudam o perfil e o caráter de pessoas fragilizadas de amor e educação?
Por que temos que aceitar o jogo deste cenário dantesco de forma muda e letárgica, sabendo que se nós acionássemos a Justiça e os órgãos legais poderíamos evitar esta catástrofe que ronda a televisão, com programação cada vez pior, sem escrúpulos e sem ética?
Por que deixar nas mãos dos outros esta decisão, se grande parte não tem condições de decidir o que é melhor ou pior para si, em virtude do embotamento cerebral que a TV, muitas vezes, causa às pessoas?
Vamos ser mais participativos, vamos tentar pacificamente modificar este contexto de horror que é a violência, o pessimismo, a pornografia na televisão, afinal, se somos cristãos, não podemos ficar calados, assistindo à vitória do acinte, do deboche, da falta de respeito sobre os valores do bem.
Há pessoas indefesas, ingênuas, incautas, vítimas da programação televisiva e destes modismos passageiros que nada acrescentam de útil. Há uma espécie de permissividade por parte da sociedade, aceitando tudo o que antes era visto como algo errado e inaceitável.
A maior prece é a nossa ação!
Lembrem-se que a televisão modula valores e costumes, levando-nos a nos acostumar com tudo e, rotineiramente, admitimos que “tudo isso é previsto, é normal, etc…”. Não, não é normal! Se agirmos, reclamando junto às autoridades constituídas do país, principalmente, ao Ministério Público Federal, ou Estadual, afinal, televisão é concessão pública, sob a égide e limites das leis de comunicação vigentes no Brasil mudaremos este contexto de mediocridade televisiva.
Vamos participar mais; deixemos de lado a mudez em relação a estes erros televisivos. Quando me vem à mente que 70% da população mundial vive faminta, sem direito à moradia, sem direito à educação, sem direito a nada, dói-me a alma e não consigo ficar calado.
Há dois anos, somente 1470 reclamações sobre os excessos da TV, sabendo-se que o país tem uma população de 186 milhões de pessoas.
Por analogia afirmo o seguinte: quando um professor ministra aula para uma turma específica, indaga se há dúvidas e sempre a manifestação é o silêncio, ele pode pensar o seguinte: ou entenderam tudo ou não sabem nada do que ensinei. Não é à toa que o ensino no país é deficitário, afinal, o brasileiro não tem o hábito da indagação, infelizmente.
Por que há tanto saudosismo no coração de muitas pessoas?
Porque há décadas passadas, independente de a televisão não possuir tantos recursos técnicos e eletrônicos, havia mais parcimônia e bom senso em relação à programação televisiva, quando o marketing televisivo ainda não era tão agressivo como nos dias atuais.
A programação televisiva obedece cegamente àquilo que vende imagem. Não importa se é de boa qualidade ou ruim. Isto é o caos!
Participem, vamos reclamar educadamente juntos aos canais legais e competentes deste país, registrando a sua insatisfação em relação à programação televisiva.
Não adianta pregarmos o bem, se o mal nos afronta diariamente. Este pensamento maniqueísta registra a mais pura realidade. É ver com os olhos da alma e perceber que o mal prevalece em nossa sociedade e no mundo.
Não há concorrente para a comunicação. A mídia de uma forma geral detém o quarto poder do mundo, acreditem, se quiser! Ela manda, faz e acontece.
Faça a sua parte - reclame - pense nas pessoas que são influenciáveis e estão à mercê da TV. Não adianta o discurso: “Quem não está satisfeito, mude de canal”. Isso é lavar as mãos frente ao problema. Qual o canal televisivo que não tem algum programa de nível baixo e inaceitável?
Amigos Policiais, há tempos venho reclamando em relação à televisão. Meu discurso não é piegas nem tem vestígio de ódio ou ataques genéricos a outras mídias. Mas, é impossível construirmos as estradas do bem, com a televisão destruindo as marcas de nossos passos, o nosso esforço concentrado, quando pregamos o amor, a dignidade e honestidade.
A cultura do ódio veiculado em novelas é fato verdadeiro, alguém pode negar?
As novelas têm larga penetração nas camadas sociais deste país. Quando o tema é construtivo, vale a pena assistir. Mas, há algumas que destilam ódio nas telinhas de TV, uma sensação de mal-estar às pessoas.
Evidentemente, as pessoas sensatas poderão assisti-las e não deixar-se influenciar. Mas, e as camadas mais pobres, sem boa estrutura familiar, não poderão ser vítimas contumazes destes maus-exemplos?
Veja o que fez o “programa” do Ênio Carlos com uma Instituição Militar Milenar, quando difamou e semeou o deboche mascarado de “humor” contra os policiais da Ronda do Quarteirão?
Ao mostrar sistematicamente um tipo de cultura, ela passa a ser absorvida como verdade aceitável de uma sociedade.
Por que tanto ódio?
Por que, nós que acreditamos no bem, aceitando os fundamentos espíritas, espiritualistas e, acima de tudo, cristãos, ficamos calados, passivos, sem reclamar junto aos meios legais em relação a estes desastres midiáticos que mudam o perfil e o caráter de pessoas fragilizadas de amor e educação?
Por que temos que aceitar o jogo deste cenário dantesco de forma muda e letárgica, sabendo que se nós acionássemos a Justiça e os órgãos legais poderíamos evitar esta catástrofe que ronda a televisão, com programação cada vez pior, sem escrúpulos e sem ética?
Por que deixar nas mãos dos outros esta decisão, se grande parte não tem condições de decidir o que é melhor ou pior para si, em virtude do embotamento cerebral que a TV, muitas vezes, causa às pessoas?
Vamos ser mais participativos, vamos tentar pacificamente modificar este contexto de horror que é a violência, o pessimismo, a pornografia na televisão, afinal, se somos cristãos, não podemos ficar calados, assistindo à vitória do acinte, do deboche, da falta de respeito sobre os valores do bem.
Há pessoas indefesas, ingênuas, incautas, vítimas da programação televisiva e destes modismos passageiros que nada acrescentam de útil. Há uma espécie de permissividade por parte da sociedade, aceitando tudo o que antes era visto como algo errado e inaceitável.
A maior prece é a nossa ação!
Lembrem-se que a televisão modula valores e costumes, levando-nos a nos acostumar com tudo e, rotineiramente, admitimos que “tudo isso é previsto, é normal, etc…”. Não, não é normal! Se agirmos, reclamando junto às autoridades constituídas do país, principalmente, ao Ministério Público Federal, ou Estadual, afinal, televisão é concessão pública, sob a égide e limites das leis de comunicação vigentes no Brasil mudaremos este contexto de mediocridade televisiva.
Vamos participar mais; deixemos de lado a mudez em relação a estes erros televisivos. Quando me vem à mente que 70% da população mundial vive faminta, sem direito à moradia, sem direito à educação, sem direito a nada, dói-me a alma e não consigo ficar calado.
Há dois anos, somente 1470 reclamações sobre os excessos da TV, sabendo-se que o país tem uma população de 186 milhões de pessoas.
Por analogia afirmo o seguinte: quando um professor ministra aula para uma turma específica, indaga se há dúvidas e sempre a manifestação é o silêncio, ele pode pensar o seguinte: ou entenderam tudo ou não sabem nada do que ensinei. Não é à toa que o ensino no país é deficitário, afinal, o brasileiro não tem o hábito da indagação, infelizmente.
Por que há tanto saudosismo no coração de muitas pessoas?
Porque há décadas passadas, independente de a televisão não possuir tantos recursos técnicos e eletrônicos, havia mais parcimônia e bom senso em relação à programação televisiva, quando o marketing televisivo ainda não era tão agressivo como nos dias atuais.
A programação televisiva obedece cegamente àquilo que vende imagem. Não importa se é de boa qualidade ou ruim. Isto é o caos!
Participem, vamos reclamar educadamente juntos aos canais legais e competentes deste país, registrando a sua insatisfação em relação à programação televisiva.
Não adianta pregarmos o bem, se o mal nos afronta diariamente. Este pensamento maniqueísta registra a mais pura realidade. É ver com os olhos da alma e perceber que o mal prevalece em nossa sociedade e no mundo.
Não há concorrente para a comunicação. A mídia de uma forma geral detém o quarto poder do mundo, acreditem, se quiser! Ela manda, faz e acontece.
Faça a sua parte - reclame - pense nas pessoas que são influenciáveis e estão à mercê da TV. Não adianta o discurso: “Quem não está satisfeito, mude de canal”. Isso é lavar as mãos frente ao problema. Qual o canal televisivo que não tem algum programa de nível baixo e inaceitável?
TJ -CE escolhe oito novos desembargadores
O Pleno do Tribunal de Justiça do Estado realizou, na manhã desta quarta-feira, 18, sessão para escolha de oito novos desembargadores. A lista envolveu juízes que conquistam a função pelos critérios de merecimento e antiguidade.
Por merecimento, foram escolhidos os juízes Francisco Suenon Mota, Paulo Camelo Timbó, Emanuel Leite Albuquerque e Sérgia Maria Mendonça Miranda.
Já os juízes Clécio Aguiar Magalhães, Francisco Barbosa Filho, Francisco Auricélio Pontes e Wilton Machado Carneiro foram nomeados pelo tempo que têm de atuação.
A posse dos novos desembargadores ainda está sem data marcada.
Por merecimento, foram escolhidos os juízes Francisco Suenon Mota, Paulo Camelo Timbó, Emanuel Leite Albuquerque e Sérgia Maria Mendonça Miranda.
Já os juízes Clécio Aguiar Magalhães, Francisco Barbosa Filho, Francisco Auricélio Pontes e Wilton Machado Carneiro foram nomeados pelo tempo que têm de atuação.
A posse dos novos desembargadores ainda está sem data marcada.
Um breve comantário: Procedimento normal de qualquer Tribunal de Justiça, aonde os Juízes Titulares, quer por tempo de serviço e ou merecimento, tem ascendência ao cargo de Desembargador. Assim desejamos que nos termos da renovação dos novos Desembargadores, um desempenho, no sentido de pelo menos procurar dar uma maior agilidade sempre crescente, ou seja, que os novos venham a somar e honrar o Tribunal de Justiça do Ceará, procurando a resolução de um grande e crescente número de processos que lá se encontram. Parabéns aos Juízes promovidos.
PIADA DO DIA
Presidente Lula decidirá sobre extradição de Battisti, diz STF.
Um breve comentário: Então para que gastar tempo com recursos no STF? Vergonha maior foi a louca da Rosa da Fonseca ir até Brasília gritar por liberdade para um assassino!
Um breve comentário: Então para que gastar tempo com recursos no STF? Vergonha maior foi a louca da Rosa da Fonseca ir até Brasília gritar por liberdade para um assassino!
Comissão aprova piso salarial de R$ 4,5 mil para PMs e bombeiros
Comissão aprova piso salarial de R$ 4,5 mil para PMs e bombeiros
Major Fábio, que mudou o texto original da PEC: Constituição veda a equiparação salarial.
Deputados se reúnem nesta quarta-feira para analisar e votar três destaques apresentados ao texto. Um dos destaques equipara os salários aos do DF.
A comissão especial que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 300/08 aprovou nesta terça-feira relatório que define o piso salarial de R$ 4.500 para policiais militares e bombeiros. Também foi definido um segundo piso para o primeiro posto de oficial - 2º tenente - no valor de R$ 9 mil.
A comissão se reúne nesta quarta-feira para analisar e votar três destaques. Dois do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), autor da PEC, que reconstituem a proposta original com a retirada do piso e a equiparação com os salários do Distrito Federal. Outro destaque, do deputado Francisco Tenório (PMN-AL), inclui os policiais civis na proposta.
Concluída a análise na comissão especial, a PEC ainda precisará ser votada em dois turnos pelo Plenário da Câmara e depois ser encaminhada ao Senado.
Inconstitucional
O texto original da PEC determina a equiparação dos salários de policiais e bombeiros de todo o País aos proventos recebidos no Distrito Federal. No entanto, o relator da proposta, deputado Major Fábio (DEM-PB), retirou esse dispositivo por considerar que a Constituição veda a equiparação salarial.
Ele observou ainda que não há como saber o valor exato dos vencimentos dos policiais militares no DF, porque as remunerações variam de acordo com a função exercida.
Mobilização
Major Fábio destacou que um policial militar que trabalha no Rio de Janeiro e ganha R$ 900, ao passar para o piso de R$ 4.500, vai poder dar melhores condições de vida para sua família, trabalhando com mais segurança.
"Essa PEC significa a mobilização de todos os policiais militares e bombeiros do Brasil", disse Major Fábio, que percorreu quase todas as capitais do País e viu "um movimento ordeiro como é característico dos policiais militares e dos bombeiros militares".
Fundo único
Faria de Sá, que vai tentar aprovar seu destaque na quarta-feira para reverter o texto, lembrou que os salários do DF já são pagos pelo Governo Federal, por meio de um fundo, que na sua opinião deve ser ampliado para todo o País.
O parlamentar argumenta ainda que a remuneração adequada é a melhor forma de acabar com os bicos de policiais e bombeiros e garantir a esses profissionais o direito de se capacitar e ficar mais tempo com sua família.
Major Fábio, que mudou o texto original da PEC: Constituição veda a equiparação salarial.
Deputados se reúnem nesta quarta-feira para analisar e votar três destaques apresentados ao texto. Um dos destaques equipara os salários aos do DF.
A comissão especial que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 300/08 aprovou nesta terça-feira relatório que define o piso salarial de R$ 4.500 para policiais militares e bombeiros. Também foi definido um segundo piso para o primeiro posto de oficial - 2º tenente - no valor de R$ 9 mil.
A comissão se reúne nesta quarta-feira para analisar e votar três destaques. Dois do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), autor da PEC, que reconstituem a proposta original com a retirada do piso e a equiparação com os salários do Distrito Federal. Outro destaque, do deputado Francisco Tenório (PMN-AL), inclui os policiais civis na proposta.
Concluída a análise na comissão especial, a PEC ainda precisará ser votada em dois turnos pelo Plenário da Câmara e depois ser encaminhada ao Senado.
Inconstitucional
O texto original da PEC determina a equiparação dos salários de policiais e bombeiros de todo o País aos proventos recebidos no Distrito Federal. No entanto, o relator da proposta, deputado Major Fábio (DEM-PB), retirou esse dispositivo por considerar que a Constituição veda a equiparação salarial.
Ele observou ainda que não há como saber o valor exato dos vencimentos dos policiais militares no DF, porque as remunerações variam de acordo com a função exercida.
Mobilização
Major Fábio destacou que um policial militar que trabalha no Rio de Janeiro e ganha R$ 900, ao passar para o piso de R$ 4.500, vai poder dar melhores condições de vida para sua família, trabalhando com mais segurança.
"Essa PEC significa a mobilização de todos os policiais militares e bombeiros do Brasil", disse Major Fábio, que percorreu quase todas as capitais do País e viu "um movimento ordeiro como é característico dos policiais militares e dos bombeiros militares".
Fundo único
Faria de Sá, que vai tentar aprovar seu destaque na quarta-feira para reverter o texto, lembrou que os salários do DF já são pagos pelo Governo Federal, por meio de um fundo, que na sua opinião deve ser ampliado para todo o País.
O parlamentar argumenta ainda que a remuneração adequada é a melhor forma de acabar com os bicos de policiais e bombeiros e garantir a esses profissionais o direito de se capacitar e ficar mais tempo com sua família.
A Supressão do Humano e a Desmilitarização das PMs
A Supressão do Humano e a Desmilitarização das PMs
Cap QOPM Passos - PMCE
A formação militar é uma formação sui generis, principalmente no que tange aos policiais militares. Somos não apenas "formados", mas adestrados, sobretudo a não pensar e somente obedecer.
Porém o cerne da questão ainda não é esse; é sabermos porque dentre os vários paises do Globo, somos um dos três que ainda remanescem com esse tipo de formação(uma policia militarizada e de ciclo incompleto).
O processo de construção das polícias modernas nasceu a partir da guarnição de portos, onde se retirou milicias formadas a partir dos próprios saqueadores que passaram a guarnecer os portos em nome do Estado(Michel Focaut). Mas há um detalhe que todos esquecem, tal a astúcia da burguesia da época. Esses homens tinham que parecer diferentes, afinal representavam a vontade do Estado Burguês. Era preciso fardá-los, a fim de parececem de uma outra classe social( e portanto, "superiores"). E a proximar sua formação à das Forças Armadas, para que em nome de um código militar pudessem ser castrados e jamais se rebelarem contra a Administração Portuária, e por via de consequencia, contra o próprio Estado Burguês(lógica positivista da ordem e do progresso, onde ordem significa manutenção do status quo vigente).
Quando hoje se fala em desmilitarização, os políticos, a serviço de uma elite dominadora, não estão interessados no bem comum, e sim na repercussão de um sindicato formado por esta categoria, e em não ter mais o cabresto que os mantém como "cães de guerra" a serviço da governança do momento. É claro que se formos analisar cientificamente o problema, saberemos intuir que militarismo é beligerância, é formação voltada para a guerra: isolar, conter e exterminar o inimigo. E isso não é condizente com o serviço prestado pelas policias militares.
A introspecção de valores humanos e de outrina de polícia comunitária(onda do momento) é contraditória a um adestramento castrense ou castrante, pois este suprime do própiro agente o espírito crítico e libertário, a capacidade de se sentir humano, igual aos demais, numa perspectiva de valoração de sua subjetividade. Então, como um PM/BM vai promover direitos humanos em meio a uma supressão e castração de sua própria condição humana, de sua própria identidade. Se é ele(PM) incapaz de pensar, afinal ele tem é que obedecer; se é incapaz de manifestar seu pensamento, afinal o militar não pensa, ele executa; se é ele incapaz de sentir,pois não é pra sentir, ele tem que agir.
Eis o cerne da questão, através de nossa formação somos dessubjetivados, ou numa linguagem marxiana, coisificados, para atender a um dos pressupostos fundamentais da dominação.
Não somos uma polícia da sociedade, e sim do Estado. E por que? Porque assim não somos, pois o Estado como um Ente abstrato nos coisifica e nos domina.
Hoje, graça a Deus, o Secretário Nacional da Segurança Pública, Ricardo Barestreli, tem esse pensamento de vanguarda, aliás já atrasado. E carreados por essas autoridades é que nós estamos mudando, porque ao longo dos anos fomos incapazes de mudar a partir de dentro, de enxergar o nosso próprio erro histórico, a partir de nossa formatação moderna. Afinal não podiamos pensar.
Cap QOPM Passos - PMCE
A formação militar é uma formação sui generis, principalmente no que tange aos policiais militares. Somos não apenas "formados", mas adestrados, sobretudo a não pensar e somente obedecer.
Porém o cerne da questão ainda não é esse; é sabermos porque dentre os vários paises do Globo, somos um dos três que ainda remanescem com esse tipo de formação(uma policia militarizada e de ciclo incompleto).
O processo de construção das polícias modernas nasceu a partir da guarnição de portos, onde se retirou milicias formadas a partir dos próprios saqueadores que passaram a guarnecer os portos em nome do Estado(Michel Focaut). Mas há um detalhe que todos esquecem, tal a astúcia da burguesia da época. Esses homens tinham que parecer diferentes, afinal representavam a vontade do Estado Burguês. Era preciso fardá-los, a fim de parececem de uma outra classe social( e portanto, "superiores"). E a proximar sua formação à das Forças Armadas, para que em nome de um código militar pudessem ser castrados e jamais se rebelarem contra a Administração Portuária, e por via de consequencia, contra o próprio Estado Burguês(lógica positivista da ordem e do progresso, onde ordem significa manutenção do status quo vigente).
Quando hoje se fala em desmilitarização, os políticos, a serviço de uma elite dominadora, não estão interessados no bem comum, e sim na repercussão de um sindicato formado por esta categoria, e em não ter mais o cabresto que os mantém como "cães de guerra" a serviço da governança do momento. É claro que se formos analisar cientificamente o problema, saberemos intuir que militarismo é beligerância, é formação voltada para a guerra: isolar, conter e exterminar o inimigo. E isso não é condizente com o serviço prestado pelas policias militares.
A introspecção de valores humanos e de outrina de polícia comunitária(onda do momento) é contraditória a um adestramento castrense ou castrante, pois este suprime do própiro agente o espírito crítico e libertário, a capacidade de se sentir humano, igual aos demais, numa perspectiva de valoração de sua subjetividade. Então, como um PM/BM vai promover direitos humanos em meio a uma supressão e castração de sua própria condição humana, de sua própria identidade. Se é ele(PM) incapaz de pensar, afinal ele tem é que obedecer; se é incapaz de manifestar seu pensamento, afinal o militar não pensa, ele executa; se é ele incapaz de sentir,pois não é pra sentir, ele tem que agir.
Eis o cerne da questão, através de nossa formação somos dessubjetivados, ou numa linguagem marxiana, coisificados, para atender a um dos pressupostos fundamentais da dominação.
Não somos uma polícia da sociedade, e sim do Estado. E por que? Porque assim não somos, pois o Estado como um Ente abstrato nos coisifica e nos domina.
Hoje, graça a Deus, o Secretário Nacional da Segurança Pública, Ricardo Barestreli, tem esse pensamento de vanguarda, aliás já atrasado. E carreados por essas autoridades é que nós estamos mudando, porque ao longo dos anos fomos incapazes de mudar a partir de dentro, de enxergar o nosso próprio erro histórico, a partir de nossa formatação moderna. Afinal não podiamos pensar.
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